PROJETO LEVA ENERGIA SOLAR A COMUNIDADES QUILOMBOLAS

12 de abril de 2018

A Pisco de Luz é uma iniciativa criada para beneficiar pessoas que vivem em locais afastados e sem acesso a serviços básicos, como por exemplo, a luz. O projeto teve início em julho do ano passado e desde então já beneficiou muitas famílias da comunidade Kalunga que viviam sem energia elétrica no município de Cavalcante – Goiás.

O projeto surgiu por meio de uma experiência que o empresário de Brasília, André Viegas, presenciou quando visitou a comunidade para realizar trabalhos voluntários. Ele notou que a lanterna do celular era a única diferença entre conseguir enxergar algo e não enxergar nada! O local abriga cerca de 400 famílias e não possui energia elétrica, então, a necessidade de levar iluminação até os moradores fez com que o empresário buscasse uma solução confiável, durável e barata para poder substituir as lamparinas, usadas pela maioria dos moradores.

Após perceber a dificuldade das famílias com relação à energia, André Viegas resolveu levar iluminação para as moradias daquele local. A primeira ideia do empresário foi aproveitar a energia solar, que é abundante no nosso país! Sendo assim, André começou a trabalhar em um sistema formado por uma pequena placa solar, um circuito inteligente e uma bateria de lítio recarregável. As peças são compradas separadamente e os kits são montados de forma artesanal para ser instalados nas casas dos moradores.

Com a instalação da placa solar as pessoas podem aproveitar mais o período noturno, dando continuidade as suas tarefas, as crianças podem desenhar, a família e vizinhos ouvem rádio portátil e socializam mais frequentemente com a nova iluminação.  A mudança na qualidade de vida é reconhecida pelos moradores! Valdir José da Silva, de 56 anos disse que ter uma energia e sair do diesel melhorou até a saúde das pessoas que moram na comunidade.

O uso de lamparinas, além de aumentar os riscos de incêndio, também afeta a saúde das pessoas. A fumaça tóxica pode provocar doenças respiratórias e também oculares. A intenção é expandir o projeto para atender pelo menos 100 famílias da região Kalunga. Para isso, é necessário arrecadar mais recursos. Cada kit, somado aos cabos e custos para instalação saem em média R$ 735. A ideia é conseguir doações necessárias para montar e instalar kits em mais 100 casas. Os interessados em contribuir podem acessar o site do projeto.

André Viegas ressalta que caso a meta seja atingida ou superada, irão instalar o sistema no maior número possível de moradias. Além disso, a equipe irá tentar reduzir os custos conforme a escala de instalação aumentar, assim mais famílias poderão ser beneficiadas! O projeto está conseguindo reverter uma situação, que para muitos moradores, iria demorar para ser solucionada.

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